Não faça filmes, mande-mos fazer!
O videoclipe tem antecedentes diretos no cinema de vanguarda dos anos 1920, como as experimentações de Dziga Vertov e Walther Ruttmann. Já naquela época, estes cineastas tentavam articular montagem, música e efeitos para criar um novo tipo de narrativa, própria do meio audiovisual e livre dos cânones de até então na literatura e no teatro, como a linearidade. Suas respectivas obras-primas O Homem com a Câmera e Berlim: Sinfonia da Metrópole, guardam muitas semelhanças com a estética do videoclipe atual.
O videoclipe começou a ser amplamente ultilizado a partir da anos 1960, pela banda "The Beatles", pois não podiam ir a todos os lugares para que se apresentassem ao vivo, daí gravavam-nos cantando e então passavam a ser exibidos na televisão. Mais tarde, os vídeos da banda começaram a já tomar forma similar aos de hoje.
Tambem com o canal MTV o mercado da música passou a andar de mãos dadas com o do vídeo.
Os elementos básicos constituintes do videoclipe são a música, a letra e a imagem, que, manipulados, interagem para provocar a produção de sentido.
Podendo dar uso a todas as "ferramentas" do videoclipe, tal como a montagem, o ritmo, os efeitos especiais (visuais e sonoros), a iconografia, os grafismos, os planos e os movimentos de câmara, e muitos outros.
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